23 agosto, 2008

Birosca's

Aqui está minha Apoteótica estréia como resenhista do Birosca's:



www.biroscas.com.br



inté,

beto.

12 junho, 2008

Dúvida

Se eu pudesse fazer uma pergunta nesse momento pra minha psicóloga seria:

É melhor sofrer tentando aceitar como você É ou sofrer tentando ser quem você QUER ser?

Ah, meu amigo, porque uma coisa é certa, de qualquer jeito você VAI sofrer!

Mas isso nem é ruim não, porque podem falar o que quiserem, mas a única forma de aprender, crescer, é sofrendo e ponto final.

Na verdade eu fiz a pergunta mas eu já sei a MINHA resposta: É melhor sofrer tentando ser quem você quer ser. Mas isso vale pra mim, não quer dizer que seja o certo não, cada um é cada um. Só queria mesmo era saber a opinião e ouvir a argumentação da minha psicóloga, e a de vocês também.

De qualquer jeito, apesar desse post parecer meio pra baixo, e mesmo sabendo que eu, e todo mundo vai sempre sofrer, eu acredito piamente no bom humor e no otimismo.

E acredito também no que já diziam Paul, John, Ringo e George:


"Life is very short, and there's no time
For fussing and fighting, my friend...
"


inté,

beto.




04 maio, 2008

Esses são OS FILMES!

Dois últimos filmes que assisti e que além de ótimos filmes, ainda se juntam a outra paixão, a música!

Além do mais, assisti muito bem acompanhado, o primeiro da Dind e o segundo de uns 40 amigos que lotaram o cinema. hehehe.

Recomendo fortemente!!


APENAS UMA VEZ



ACROSS THE UNIVERSE



inté.

24 abril, 2008

O Mundo está se imbecilizando?

Hoje assisti uma palestra muito boa no mestrado cujo tema era: "UMA ANÁLISE DO CONSUMO NA ERA DO SHOPPING CENTER".

Quem me conhece sabe da minha total incapacidade de fazer coisas que não gosto, que não me interessam e que considero estúpidas, ainda mais se essas coisas forem aulas.

Ainda bem que o mestrado tem me surpreendido todos os dias, seja pelo excelente nível dos professores, das aulas, das pesquisas, dos grupos de estudo e das palestras.

A de hoje me deixou meio pensativo e preocupado.

Um dos palestrantes defendeu que estamos na sociedade do consumo e que o ser humano deixou de ser o Homo Sapiens para se tornar o Homo Ludens (Homem Lúdico).

Que é basicamente um idiota consumista e infantil, absorvido pela Sociedade do Consumo.

Eu, no meu eterno otimismo, acreditava que a humanidade estava passando por uma fase de desmassificação, da cultura, do consumo. Acreditava não, acredito! Só acho que isso vai demorar muito tempo ainda aqui no Brasil, que dirá no Ceará.

Mas um dia as pessoas consumirão mais racionalmente, produtos que elas realmente necessitam e não para suprir necessidades psicológicas, e não para ser aceitas em determinados grupos.

Um dia o poder que a televisão e a mídia em geral tem de fazer a gente se sentir inadequado e inconveniente vai incomodar menos, vai ter menos influência sobre nós, e não conseguindo nos deixar tristes, vão conseguir vender menos seus "produtos maravilhosos" que farão você feliz.

A gente vai acabar consumindo mais coisas produzidas localmente através de laços afetivos , de vizinhança, de amizade.

Você vai descobrir (talvez pela internet) que pode comprar uma roupa super bacana feita pelo seu vizinho, ouvir uma música que te toca composta por amigos seus, talvez até comer aquela salada que você tanto gosta com verduras produzidas no seu prédio.

As pessoas farão as coisas de forma mais devagar, com mais calma, perceberão que todo o dinheiro que elas ganham a mais pra trabalhar a mais não paga a ausência da sua própria vida. Não paga o tempo perdido com os milhos, com a esposa, com a família, com seus pais.

Depois de ter ficado rico você vai perceber que todo o dinheiro que acumulou não vai dar pra comprar uma máquina do tempo pra voltar e viver tudo o que perdeu.

Não sei se sou otimista demais, mas eu vejo, eu sinto essas coisas acontecendo. Vejo pessoas se rpeocupando com isso, vivendo de uma nova forma, ou pelo menos tentando. E cada vez mais o mundo vai evoluindo tecnologicamente de uma forma que nos propicia justamente mudar nossos hábitos, viver de outra forma. Só que parece que a gente entende errado e faz o contrário.

O computador, a Internet, a automação das fábricas estão aí pra evitar que a gente se mate de trabalhar, pra que a gente possa ter flexibilidade, para que possa trabalhar mais em casa, sair menos, perder menos tempo em engarrafamentos, gastar menos combustível, poluir menos o planeta.

Acho que o que falta mesmo é uma mudança de atitude, porque as ferramentas já estão surgindo, mas só a gente, cada um de nós, e nós enquanto raça, podemos decidir o que fazer com elas.

É isso aí, inté.

P.S.: Pra quem colocou nos comentários de um post anterior que eu tava muito carente pra ter colocado namorada em negrito, só tenho a dizer isso aqui: meuozovos! :)

18 abril, 2008

Tropa de Elite. Finalmente!

Considerando os últimos meses da minha vida, hoje foi um dia atípico, estudei o dia todo, com a namorada, e tou passando a noite de sexta em casa.

Pra coroar esse dia tão bom, resolvi assistir, finalmente, Tropa de Elite.

O Filme é uma pancada, bom demais.

Não vou aqui entrar nos méritos jurídicos, sociológicos, antropológicos, filósóficos da questão das drogas, do tráfico e da violência. O que me chamou a atenção foi ver a mudança do Matias, deixando de ser uma pessoa dóci, civilizada e centrada e se transformando num animal, numa máquina de matar.

O difícil é aceitar que isso existe de verdade, não só na polícia, mas em todas as áreas a gente imaginar as pessoas estão se bestializando, se tornando mais cruéis, mais duras, mais insensíveis. Seja pra poder aguentar o mundo em que a gente vive ou seja pra tirar vantagem dele.

Acho que mexeu muito comigo, porque eu sou um otimista. Quando vejo um monte de gente legal, de bom coração, fazendo coisas boas, propagando o amor, a civilidade, a educação e o carinho, já acho logo que todo mundo é assim, aí vejo um negócio desses e sinto um choque de realidade.

É triste, muito triste ver que as pessoas não percebem que o importante nessa vida é o AMOR e as pessoas.


inté.

15 abril, 2008

15.04.08

Aniversário da Dind!

Dia feliz, muito feliz!!!!

:)

08 abril, 2008

Os dois opostos e eu.

Argh, já comecei a escrever isso aqui umas 458 vezes e apaguei porque achei que não tava bom. Saco! Agora vai do jeito que vier à cabeça mesmo, curto e grosso!

Porque é tão dificil defender que todo mundo tem direito de pensar diferente, de ter opiniões, de ter liberdade e quando alguém vem falar alguma coisa que você discorda, aí é um Deus nos acuda? Você reclama, xinga, não acredita, julga, se decepciona e o escambau.

Mas o objetivo das pessoas terem liberdade de pensar diferente não é justamente haver pluralidade, tolerância, respeito, e pensarem diferente mesmo?

Então porque diacho eu fiquei tão desnorteado quando ouvi uma opinião bem diferente da minha a repeito de um assunto sério?

Liberdade de pensamento é pros outros, mas aqui em casa não violão?

É muita hipocrisía mesmo!!!

Ainda bem, ainda bem que pelo menos eu consegui pensar a respeito e tentar entender o motivo de ter reagido assim, além de refletir sobre o que é que realmente me incomoda quando passo por uma situação dessas.

Cheguei a conclusão que o que realmente me incomoda, e incomoda porque acontece com frequência, é as pessoas tentarem nos convencer das idéias delas e brigarem, arrumarem confusão ou se chatearem por causa disso.

Não sei com vocês, mas comigo, sempre que alguém tem a opinião diferente da minha, vem com um arsenal poderoso e letal prá tentar me convencer a adotar a sua opinião a respeito do assunto e isso é chato prá caramba, normalmente nunca leva a lugar nenhum, a não ser a um lugar com duas pessoas chateadas.

Porque essa necessidade doentia que as pessoas tem de convencer os outros de que a sua religião é melhor, que o governo do fulano é melhor ou pior do que o do beltrano, que o sicrano é assim ou assado? Whatever...

Acho que as pessoas seriam bem mais felizes e sensatas se investisem seu tempo pensando nelas mesmas, no que elas acreditam, colocando em dúvidas as "verdades" que estão arraigadas na sua cabeça.

Será que tudo o que você pensa é certo? Se não (e eu prefiro acreditar que todo mundo respondeu não a essa pergunta), porque sempre em qualquer discussão, a gente age como se fosse o rei da verdade?

O que não quer dizer que opiniões contrárias não sejam bem vidas, devem ser sempre, mas no meu caso só se vierem acompanhadas de calma, de carinho, de respeito pelo pensamento do outro e da idéia de que ninguém convence ninguém de nada.

Quando alguém troca de opinião sobre algo, ela não substituiu a dela pela de outra pessoa. Ela analisou tudo que ja tinha vivido e pensado a respeito daquele tema e elaborou uma nova visão a partir de novas informações e novas interações com pessoas diferentes.

Eu me senti mal quando percebi que pregava uma coisa e quando me deparei na prática agi da forma oposta. É osso!

É como se sempre tivesse acreditado cegamente e defendido a igualdade racial, e de repente visse minha filha com um namorado negro e desse chilique. Que vergonha!!!

Aí fica a pergunta: será que o difícil é conviver com quem tem opiniões diferentes da sua, ou é conviver com quem tenta impor suas opiniões?

Ontem eu percebi que seria muito mais fácil eu conseguir conviver com alguém que pensa diferente de mim, do que essa pessoa conviver comigo.

Afinal quem se estressou fui eu. Uma lástima!

Isso aí me custou uma hora de estudo pensando, no dia em que aconteceu, e mais uma hora agora colocando por escrito.

Eu sei que devia ter usado essas duas horas pra estudar, mas diacho, eu ainda sou humano né? E não só uma máquina de ler texto.

inté.

P.S.: obrigado a todos que me aceitam sendo diferente de vocês, mais do que eu aceito vocês que são diferentes de mim. Mas eu tou melhorando, afinal a parte massa da vida não é o processo? :)